A Aldeia Multiétnica

A Aldeia Multiétnica é um território na Chapada dos Veadeiros dedicado ao fortalecimento das culturas e lutas políticas dos povos indígenas e remanescentes quilombolas, com princípios de preservação, promoção e acesso ao patrimônio material e imaterial brasileiro. 

Povos

Conheça os povos participantes da Aldeia Multiétnica

Atrativos

A Aldeia Multiétnica está localizada no coração da Chapada dos Veadeiros, em uma área de campo Cerrado, com importantes paisagens do segundo maior bioma brasileiro, como formações de Cerrado rupestre, veredas, matas de galeria, campo limpo e campo sujo. Com um rico ecossistema, abriga o Rio Couros e as cachoeiras Almécegas I e II. Venha viver a Aldeia Multiétnica!

Hospedagem


Hospede-se conosco para aproveitar os atrativos naturais da região e contribuir para a manutenção do espaço.

Rede Multiétnica


Sustentabilidade das comunidades através do incentivo à economia comunitária.

Museu Multiétnico


Um espaço vivo de aprendizado pelas tradições e culturas milenares para as novas gerações.

Depoimentos

Participar de uma vivência na Aldeia Multiétnica muda sua percepção sobre a cultura indígena e sobre sua própria cultura. Veja alguns depoimentos de pessoas que estiveram conosco nas vivências realizadas:

A Aldeia foi uma das experiências mais incríveis que já tive. Estávamos todos dispostos a nos conhecer e nos deixar integrar. E as relações foram tão rápidas e fáceis que acabamos fazendo amizades que devem seguir adiante. Acho importante este contato que a Aldeia proporciona, pois ali podemos compreender melhor o universo indígena e a sua necessidade de ter uma terra. Em um tempo no qual a cultura e o modo de vida deles é tão menosprezado, o convívio com as etnias nos faz repensar o quanto nosso modo de vida é vazio, complexo e ausente do senso de comunidade.

André Leite

Não consigo pensar em dias mais felizes do que os que estive com todas essas pessoas mais que especiais e acho que isso resume minha experiência. Ser feliz pelo rio, pela água, por uma talha de melancia, por uma pintura no corpo, por brincar com as crianças, por ouvir histórias ao pé da fogueira, por dançar, por respirar a poeira, por tatuar a poeira no corpo, por um abraço melado de urucum, por um beijo melado de urucum, por um violão, por um amigo, por cantar.

Mariana Moura

Adorei o hábito de cada povo ser senhor de um dia inteiro, e de haver a passagem a cada manhã de um a outro, em um ritual inventado para tal. Não é fácil juntar povos que vivem à distância uns dos outros, têm rivalidades e gostam de ter exclusividade. Foi um modo de ter amálgama com privacidade – algo que se nota muito numa oca comunitária, pelo menos na minha experiência, o individual e o coletivo se misturando.

Betty Mindlin

Eu participei da Aldeia Multiétnica por ser artista e me interessar muito pela cosmologia, cultura e, em especial, cantos e danças indígenas, mas também porque tinha passado por uns processos intensos na vida e precisava me reconectar comigo mesma. Senti que a Aldeia era o lugar e fui. Voltei pra casa me sentindo renascida, mais forte e transbordando com tanta beleza e alegria vivenciada e com a sabedoria e doçura dos nossos irmãos indígenas. O termo “vivente” me chamou muita atenção... E eu ainda me sinto vivente, no sentido de me sentir mais viva mesmo, depois dessa experiência.

Vanessa Vzorek

Foi como sempre incrível. Intenso. Eu nutro um amor antigo pela Aldeia Multiétnica, então todas as minhas palavras serão carregadas de carinho. A diversidade das etnias, o local em si, a grandiosidade das festas, cantos e danças. O convívio. A programação rica e diversificada. As discussões e despertares políticos. Os afetos lá encontrados e criados.

Renata Curado