Vivências Indígenas

O Curso-Vivência é realizado entre os meses de abril e março, com a participação de apenas uma etnia, no qual são apresentados fragmentos de sua cultura e a partir daí os participantes não-indígenas têm a chance de se aprofundar nas características e lutas deste grupo.

Além de toda a troca de saberes oportunizadas neste período, os participantes têm acesso a novas visões de mundo. Reconectam-se com suas raízes e dificilmente deixam para trás as informações alcançadas sobre o Brasil e os povos originários.

Curso Vivência com o povo Fulni-ô (abril, 2016)

O quinto curso-vivência da Aldeia Multiétnica foi realizado em 2016 com o povo Fulni-ô. Vinda do município de Águas Belas, em Pernambuco, a etnia é conhecida por ser a única que mantém sua língua-mãe, o Ia-Tê, em todo o Nordeste. Os Fulni-ô têm diversas crenças, que incluem a realização de rituais como o Ouricuri, que dura três meses e exige a mudança de todo o grupo para uma segunda aldeia. A economia do grupo gira em torno da venda de artesanatos e sua alimentação é constituída basicamente pela agricultura de subsistência. Este povo viveu, até 2017, uma seca de 8 anos, que alterou consideravelmente seus modos de vida.

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Curso Vivência com os povos do Alto Xingu (abril, 2015)

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Curso Vivência com o povo Kayapó Mebengôkré (fevereiro, 2015)

O quarto curso-vivência da Aldeia Multiétnica foi realizado emfevereiro de 2015 com o povo Kayapó/Mebengôkré. Os Mebêngôkre vivem dispersos em várias aldeias ao longo de afluentes superiores do rio Xingu, como os rios Iriri e Bacajá, que cortam os estados do Pará e Mato Grosso. Sua cultura está intrinsecamente ligada à natureza, sobretudo na relação homem-animal. Eles possuem uma vasta gama de rituais, desde grandes cerimônias de confirmação de nomes e ritos de caça e pesca até ritos de passagem, que marcam as diferentes fases da vida.

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Curso Vivência com o povo Kayapó Mebengôkré (abril, 2014)

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Curso Vivência com o povo Yawalapiti (abril, 2013)

O terceiro curso-vivência da Aldeia Multiétnica foi realizado com o povo Yawalapiti. Foi a segunda vivência com os indígenas desta etnia. Eles pertencem à família linguística Aruak e vivem no sul do Parque Indígena do Xingu, região do Mato Grosso, conhecida como Alto Xingu. Segundo dados da Funasa, em 2006, existiam 222 indígenas desta etnia.

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Curso Vivência com o povo Krahô (dezembro, 2012)

O primeiro curso-vivência realizado pela Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge foi com o povo Krahô. Natural de Tocantins, suas aldeias estão localizadas nos municípios de Goiatins e Itacajá, entre os rios Manoel Alves Grande e Manoel Alves Pequeno, que são afluentes da margem direita do Rio Tocantins. O povo Krahô soma dois séculos de contato com os não-indígenas e tem em sua história inúmeras reviravoltas no que diz respeito ao modo de se relacionar com o não-indígena.

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Como participo do curso-vivência?

Para participar dos Cursos-Vivências, basta adquirir um dos pacotes disponíveis. Aproveite para entender mais sobre o projeto e os custos para promover os encontros entre as etnias.

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